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Ser nómada digital em

 

Foi em 2017, que iniciei a minha experiência como nómada digital,. Contudo foi em setembro de 2016, seis meses antes, que o plano entrou em acção. Todavia, muitos anos antes já eu sonhava com a ideia.

Sempre fui daquelas que mal o ano começava, olhava para os feriados e pontes, para ver a melhor forma de conseguir fazer umas férias largas, gastando poucos dias! A verdade, é que sou francamente feliz em viagem, inclusive acho que sou até melhor pessoa. A ideia de trabalhar remotamente, para viajar mais, sempre me seduziu por um lado. Por outro, sempre me pareceu impossível.

Só quando deixei Madrid, para ir trabalhar para Berlim, onde as condições de trabalho eram outras, é que a fantasia foi ganhando forma. Afinal, se havia quem o conseguisse, eu também o poderia conseguir. Foi, assim, que criei o meu projecto (sofiamacedo.com) e passei da teoria à realidade.

Veja, então, como é isto de “ser nómada digital em” vários países, em função da minha experiência!

 

Os países por onde eu já andei

Para saber mais, clique 🙂 Além de falar da minha experiência enquanto nómada digital, conto também os pontos positivos e negativos que cada destino pode ter, sempre no contexto do nomadismo digital!

  • Madrid e Barcelona (Espanha)
  • Bassano del Grappaa (Itália)
  • Lisboa e Porto (Portugal)
  • Japão (Okinawa, Tóquio e Osaka)
  • Hanoi (Vietname)
  • Tailândia (Chiang Mai, Krabi e Bangkok)
  • Laos (Vientiane, Vera Wang e Luang Prabang)
  • Camboja (Siem Reap e Phnom Penh)
  • Malásia (Penang, Malaca e Kuala Lumpur)
  • Colômbia (Medellin, Cartagena e Bogotá)
  • Bolívia (La Paz e Sucre)
  • Brasil (São Paulo, Rio de Janeiro, Floripa, Salvador e Recife)